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Dr. Paulo Renato Ribeiro
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Ortodontia infantil: como está saúde bucal do seu filho?

Os cuidados com os dentinhos devem começar desde cedo para que problemas futuros sejam evitados. Mas, qual a idade certa para começar um tratamento ortodôntico? Essa e outras dúvidas costumam surgir, por isso, listamos sete perguntas para esclarecer e te ajudar nessa missão.

1.Quando deve ser a primeira visita ao dentista?

Você pode se surpreender com a resposta, mas a primeira visita ao dentista deve ser feita logo que surgir o primeiro dentinho, normalmente no primeiro ano de vida. Dessa forma, o odontopediatra poderá avaliar e instruir os pais sobre os devidos cuidados bucais. Além disso, desde cedo a criança vai ser introduzida ao ambiente odontológico, que pode ser feito de uma forma lúdica e divertida. Assim, quando chegar a fase de uma intervenção, ela já vai ter criado confiança no tratamento.

2.Qual é a idade da primeira consulta com o ortodontista?

A idade ideal é em torno dos seis anos de idade, momento em que estão começando a nascer os primeiros dentes permanentes, ou seja, começa a troca dos dentinhos de leite. Com o aparecimento dos quatro incisivos inferiores, normalmente os primeiros dentes permanentes a surgir, já é possível saber se há espaço para todos os dentes permanentes e assim instituir medidas simples para permitir um alinhamento adequado de todos os dentes, com intervenções muito simples e rápidas, interceptando as más oclusões precocemente.

3.Os tratamentos com os dentes de leite ainda presentes são eficazes?

Com certeza. Os tratamentos de Ortodontia infantil previnem e corrigem a posição dos dentes, direcionando o crescimento dos ossos da face.

Muitas vezes, por falta de informação, os pais acreditam que se deve esperar a dentição permanente completa. Porém, são os primeiros dentinhos que servirão de guia para os dentes permanentes. Portanto, não se deve esperar essa troca acontecer totalmente, uma vez que, a criança já pode apresentar alguns problemas ortodônticos e, se tratados de forma precoce, irão evitar ou amenizar questões mais complicadas no futuro.

4.Quais problemas ortodônticos podem ser diagnosticados ainda na infância?

Cada caso é único e é importante que o ortodontista dê o diagnóstico. Mas, dentre os casos mais comuns estão: a respiração bucal, provocando problemas de desenvolvimento geral; as mordidas cruzadas; problemas de crescimento facial, como alterações na maxila ou na mandíbula; as consequências negativas de hábitos como sucção de dedo ou de chupeta, que interferem na posição dos dentes e alteram a musculatura facial; falta de espaço para os dentes permanentes, fazendo com que eles nasçam tortos ou fora do lugar.

5.Quais as possíveis intervenções que o ortodontista pode fazer?

O ortodontista pode atuar ativamente. Se for necessário, é possível mudar a direção de crescimento tornando-o favorável para uma boa relação entre a maxila e a mandíbula, favorecendo o estabelecimento de uma estética facial adequada. As intervenções também podem reequilibrar a musculatura orofacial, além de corrigir ou controlar a má oclusão.

De um modo geral, o ortodontista pode prevenir diferentes problemas, facilitar possíveis correções que só devem ser feitas posteriormente ou até mesmo corrigir por completo determinado diagnóstico.

6.Qual o momento certo para usar aparelhos?

Como foi mencionado, ainda na infância, por volta dos seis, sete anos já é possível identificar se há algum problema com o posicionamento dos dentes e da mandíbula.

Mas, para determinar a idade certa, é necessário avaliar o problema encontrado, para também recomendar o tratamento específico.

Na infância, os ossos da face ainda não estão completamente calcificados. Com isso, é possível obter excelentes resultados de ganho e avanço em tratamentos ortodônticos como, por exemplo, casos em que o queixo se projeta para frente (prognatismo) ou o céu da boca é muito estreito (disjunção palatina).

7.Quais são os tipos de aparelhos?

Existem aparelhos que são preventivos e, ainda que não tenham ação direta no posicionamento dos dentes, previne problemas. Uma de suas recomendações é para manter os espaços entre os dentes, evitando que um empurre o outro.

Há também os interceptativos, que são utilizados quando a criança já está em fase final de desenvolvimento e há alguma correção necessária, como a expansão da arcada dentária.

Por fim, existem tratamentos que devem ser feitos apenas quando a troca de dentes estiver completa. Com os dentes permanentes, o ortodontista vai identificar qual o melhor aparelho sendo que ele pode ser: fixo, estético, lingual, além dos alinhadores invisíveis.

Leve seu filho ao ortodontista!

Não espere seu filho sentir dor ou algum incômodo para procurar o dentista. Pode ser que você ache cedo e ele realmente não vai precisar de uma intervenção ortodôntica naquele momento, mas é importante que haja um acompanhamento da troca dentária pelos próximos anos. Afinal, o melhor caminho que se pode escolher para saúde de uma criança é a prevenção e você com certeza quer o melhor sorriso para seu filho.

Venha conhecer nosso protocolo de acompanhamento para crianças. É uma forma simples de conduzir o desenvolvimento da dentição de seu filho com intervenções pontuais e simples, evitando maiores problemas e permitindo um tratamento rápido e eficaz!

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